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YÕG ÃTAK: MEU PAI, KAIOWÁ

O filme acompanha a jornada de reencontro entre Sueli Maxakali e seu pai, Luis Kaiowá, de quem foi separada ainda bebê durante a ditadura militar. No início dos anos 1960, Luis Kaiowá, indígena Guarani Kaiowá, deixou o território tradicional de Ka’aguyrusu, em Mato Grosso do Sul, em uma longa caminhada com outros parentes. Após passarem por São Paulo e Rio de Janeiro, foram levados à força até Minas Gerais por agentes da FUNAI – Fundação Nacional dos Povos Indígenas. Luis viveu mais de 15 anos entre os Tikmũ’ũn (Maxakali), onde teve duas filhas: Maiza e Sueli. Quando Suelitinha apenas dois meses de idade, Luis foi reconduzido ao Mato Grosso do Sul e nunca mais voltou. Décadas depois, graças a encontros políticos e à chegada da internet nas aldeias, Sueli localizou o pai com a ajuda de duas primas, e pouco depois, iniciou – com apoio de aliados – a construção do filme como forma de concretizar esse reencontro

FICHA TÉCNICA

Estado: Minas Gerais

Ano de Produção: 2024

Duração: 93 minutos

Produção: Luisa Bahury Assis Lanna, Marcela Silvia dos Santos, Camila Bahia Braga por Batraquia Producoes; Junia Torres por Filmes de Quintal; Isael Maxakali, Roberto Romero Ribeiro Junior e Sueli Maxakali

Distribuição: Embaúba Filmes

INDICADOS

Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna

Direção de Fotografia: Bené Machado, Sueli Maxakali, Daniela Kaiowá, Michele Kaiowá e Alexandre Maxakali

Roteiro Original: Sueli Maxakali, Roberto Romero, Luisa Lanna e Tatiane Klein

Montagem: Luísa Lanna

Som Direto: Bruno Vasconcelos, Maru Arturo e Vitor Zan

Edição Sonora: Bruno Vasconcelos

Mixagem: Bruno Vasconcelos

*Som direto, edição sonora e mixagem concorrem juntos na categoria MELHOR SOM.

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