Durante a pandemia de Covid-19, um coletivo de cinema de quebrada recebe uma proposta: uma instituição que lucra com recursos públicos destinados a comunidades marginalizadas quer contratá-los para um projeto que retrata sua marca como aliada da cultura da favela. Dividido entre a sobrevivência financeira e a integridade política, o coletivo precisa decidir: vender sua imagem ou encontrar uma forma de subverter a encomenda?




